quarta-feira, 30 de maio de 2012

Feira do livro na cidade alentejana dos mais bonitos finais de tarde.



Feira do livro de Évora, até ao próximo domingo, dia 3 de Junho, na Praça do Giraldo. Com livros aos melhores preços e os fins de tarde mais bonitos do Alentejo - estes, para sempre, tal como o livro de Virgílio Ferreira que por ali muito passeou.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Almeida Faria, Mário de Carvalho, José Luís Peixoto, Rui Cardoso Martins, António Manuel Venda, Possidónio Cahapa, Nuno Júdice, José Jorge Letria, ..., em Montemor.

Alentejo literário em Montemor no dia 25 de Maio, sexta-feira. As II Jornadas Literárias (organização da Biblioteca Municipal) e a apresentação do mais recente livro de Almeida Faria - "O murmúrio do Mundo" (organização da Fonte de Letras), vão fazer mexer livros, palavras e ideias na pequena cidade à sombra do Castelo.
Sexta-feira há um monte de bons escritores para ver e ouvir em Montemor.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sinais de Fumo, dia 26 de Maio, no Espaço do Tempo.

Continuam as conversa moderadas por Carlos Vaz Marques, no Convento na Saudação, Espaço do Tempo, sempre no último sábado de cada mês. O tema que se segue é "Cidadania e Sociedade Civil - da demissão histórica à necessidade de inverter o paradigma", os convidados: Irene Flunser Pimentel, João Brites e António Costa Pinto. A selecção de livros da Fonte de Letras e um pequeno almoço no convento, completam uma manhã enriquecedora em Montemor.

sábado, 19 de maio de 2012

II Jornadas Literárias de Montemor-o-Novo, 25 e 26 de Maio


Organização da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo
Local: Biblioteca Municipal Almeida Faria
Programa
Sexta-feira, dia 25 de Maio
14h00 - Recepção
14h20 – Sessão de Abertura com:
Presidente do Município de Montemor-o-Novo –Carlos Pinto de Sá
Coordenador: Eduardo M. Raposo

Montemor-o-Novo e o Alentejo na ficção
14h45 - 1º Painel
Abertura com Almeida Faria
Mesa redonda com:
João Luís Nabo, Joseia Matos Mira e Possidónio Cachapa
Orador final: José Luís Peixoto
Moderador: António Nabo

Lançamento do livro de Joseia Matos-Mira Fronteiro do Sul

17h00 - 2º Painel -
Abertura com Mário de Carvalho
Mesa redonda com:
António Manuel Venda, Dora Gago e Rui Cardoso Martins
Orador final: André Gago
Moderador: Fernando Mão Ferro

Lançamento da “Nova Antologia de Poetas Alentejanos”
(com a participação de 50 Poetas e Prefácio de Urbano Tavares Rodrigues)

19h15 - Inauguração, com visita guiada, à Exposição de Pintura de Manuel Casa Branca inspirada no livro de José Luís Peixoto Nenhum Olhar (“Dentro do vento suão” e “As pedras eram brasas”) na Galeria Municipal
20h00 - Espectáculo de canto e poesia com: Coral S. Domingos, Jorge Lino  -

Sábado, dia 26 de Maio
Montemor-o-Novo e o Alentejo na Poesia
11h00 - 3º Painel
Abertura com Nuno Júdice
Mesa redonda com:
Margarida Morgado e Maria Sarmento
Orador final: Hugo Santos
Moderador: João Morales
13h15 – Almoço livre
15h00 - 4º Painel
Abertura com José Jorge Letria
Mesa redonda com:
Arlinda Mártires,  Elisa Valério, e João Monge (a confirmar)
Orador final: Vitor Encarnação
Moderador: Eduardo M. Raposo

Apresentação dos livros Peregrina de Mim de Margarida Morgado e Suão (Prémio Casa do Alentejo 2011) de Vítor Encarnação

17h30 - Homenagem a Manuel da Fonseca com Helena Carvalho dos Santos
José Carlos de Vasconcelos (a confirmar)
Luís Filipe Rocha - realizador
Manuela Parreira da Silva
Moderador: Eduardo Dâmaso
19h00 - Recital com Paulo Ribeiro e E. Pablo: “Horizonte caiado de Sol” de Homenagem a Manuel da Fonseca
20h00 - Encerramento com prova enogastronómica e poesia popular com  José A. Salgueiro e outros

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O dia de todos os perigos - 25 de Maio.

Torre de observação dos bombeiros no Castelo de MoN


Almeida Faria e Bárbara Assis Pacheco apresentam o livro O Murmúrio do Mundo na Fonte de Letras, dia 25 de Maio, às 19h.
No mesmo dia, na Biblioteca Municipal começam as II JornadasLiterárias de Montemor-o-Novo, com a presença de nomes como Almeida Faria, pois claro, Mário de Carvalho, José Luís Peixoto, António Manuel Venda, Rui Cardoso Martins, José Jorge Letria, Possidónio Cachapa, Nuno Júdice, André Gago, entre outros. E a Fonte de Letras lá estará com uma representação dos livros dos autores presentes.
Também nesse dia, na lindíssima Praça do Giraldo, começa a Feira do Livro de Évora que aí decorre até dia 3 de Junho. A Fonte de Letras aí ocupará o seu lugar, entre os outros livreiros alentejanos, desta vez com excelentes livros das editoras Tinta-da-China, Planeta, Colibri e Edicare.
Em tempo de crise não se limpam armas e até dia 25 de Maio os dias e as noites serão curtos para o trabalho que há a fazer – seleccionar livros, pedi-los às editoras, marcar os preços, transportá-los para os locais dos eventos, montar bancas e barraquinhas, assegurar as vendas e a divulgação, e quando a festa terminar voltar à (a)normalidade dos dias que correm.
E no dia a seguir, 26 de Maio, há Sinais de Fumo, no Espaço do Tempo, sob o tema Cidadania e Sociedade Civil, com Irene Flunser Pimentel, João Brites e António Costa Pinto, onde a Fonte de Letras estará como de costume a completar o quadro com livros.
Com dias assim, o Alentejo é mais do que paisagem.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Almeida Faria e Bárbara Assis Pacheco na Fonte de Letras, sexta-feira, 25 de Maio às 19h.

As Edições Tinta-da-China e a Livraria Fonte de Letras têm o prazer de o convidar para a apresentação do livro O Murmúrio do Mundo, de Almeida Faria, e para a inauguração da exposição de desenhos de Bárbara Assis Pacheco.
Sexta-feira, 25 de Maio, às 19h, na Fonte de Letras.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ainda a festa de Kaminer na Fonte de Letras.

Esta fotografia está mal focada, e não foi tirada do fundo da sala (para trás do fotógrafo havia ainda umas quantas pessoas sentadas e a pé, até à porta) mas dá para ver que afinal a região a sul do Tejo está longe de ser deserta. Uma alegria.


Fotografias e texto, - "roubadíssimos" do blog 2 dedos de conversa de Helena Araújo. Danke.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A festa de babel.

Wladimir Kaminer, ao centro, com os tradutores, Helena Araújo e Lutz 
Na sala cheia e chuva miudinha lá fora, as histórias vinham da rússia, eram ouvidas em alemão e discutiam-se em português. No ar reinou uma atmosfera feliz sobre histórias tristes, sábia e alegremente contadas. O escritor, a editora, a tradutora e o seu assistente, a mulher do escritor e o público bebiam histórias de tralalá e vinho tinto alentejano.
Há raras festas assim. E esta teve Russen Soul.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Kaminer em entrevista acabadinha de sair.

Wladimir Kaminer. Foto © Thomas Meyer
Veio de Moscovo para Berlim há 20 anos e viveu num asilo de refugiados. Agora é um dos mais populares escritores da Alemanha. Na sua escrita hilariante o leitmotiv são os russos, mas a base é a vida toda. Desde uma Paris de cenário inventada na União Soviética, aos manifestantes em greve de fome que engordam a olhos vistos ou uma viagem de bicicleta até à Sibéria: em cada história há um humor certeiro que agarra o leitor desde a primeira à última página. Em maio estará na Feira do Livro de Lisboa para o lançamento de “A viagem a Tralalá” (Tinta da China, trad. Helena Araújo), um livro sobre a impossibilidade das viagens, e para fazer a Russendisko – uma festa com música russa e ucraniana que já se tornou lendária em Berlim. Em entrevista à BERLINDA, o escritor fala de solidariedade, da Europa e da sua relação com Portugal. Senhoras e senhores: Wladimir Kaminer.
Continua aqui

Faltam 7 dias para Kaminer na Fonte de Letras.


Postagem "roubada de empréstimo" do blog de Helena Araújo, tradutora de Kaminer.

Wladimir Kaminer e o teatro.
02/05/2006

20 kilos of drama
Theatre is what the Dutch doctors order but Wladimir Kaminer found that reading plays en masse demands nerves of steel.
The Berliner Theatertreffen festival runs from 5-21 May. The "Stückemarkt" section presents contemporary drama and offers six playwrights selected by the Stückemarkt jury the chance to be discovered for the theatre via staged readings. This year 557 scripts were submitted from 26 countries. Wladimir Kaminer is on the jury and has read the lot of them.
I was once sitting in an ICE train from Stuttgart to Berlin, which had got stuck in the spring snow at a small station along the way. The train was already 55 minutes late – two trains had been cancelled before it. The train was jammed full of sleeping and howling babies, German soldiers in uniform, travelling pensioners and beer-guzzling beards. On the snow-covered platform many more people were waiting in snow-covered coats for hopelessly delayed trains. Hessen suddenly looked like Russia, only that the weather conditions were not described as winter but as "snow chaos". The anxious conductress was issuing warnings to the passengers over the loudspeaker every five minutes, to be friendly to one another, to have pity on the passengers of trains that had been cancelled and who were therefore now in our train, and to take our luggage off the seats. I was the only person in the carriage who was happy about the delay: I still had thirty-five theatre plays to read before we reached Berlin. My luggage – 20 kilos of dramas – were spread over two seats in two piles: "German-language" and "international". No one dared sit on them. Plays do not make ideal reading material for travelling thanks to a pronounced dearth of adventure and witty observation. You need nerves of steel to read just one in its entirety. Theatre plays generally consist of nothing but dialogues which drag on over several pages and often make no sense. "Margot: Pull! Pull! Heinz: Yes yes. Margot: Pull! Moritz: Die! (orgasm). Death. Heinz: Good. Margot: Thanks. Heinz: That's alright. Margot: Good. Yes. How are you?" And so on and so forth. Of course these conversations eventually develop into a plot and sometimes even interesting stories, but it takes a while.
Every time Heinz and Moritz got too much for me, I would move into the smoking section to clear my head. There I found people who were having conversations that seemed identical to the plays I was reading. In these phases of nascent doubt, I asked myself who or what on earth had landed me in the Theatertreffen festival's "Stückemarkt" (play market section) jury. I thought my job would be to judge the Russian contributions and otherwise smile affably in the jury photos. The rest would be taken care of by the other jurors, a highly professional group of people whose lives revolved around the theatre: dramatic advisers, directors, playwrights.
I'd seriously underestimated the whole undertaking. Most of all, I'd underestimated my fellow countrymen. Russian writers, it seems, write plays every day before breakfast and at every other opportunity as well. A little altercation in the tram? Battabing – it's a play! The title: "A man sees red." An unhappy relationship? Two plays for the theatre and one for the radio to boot. And I underestimated the German writers. A total of 557 plays were submitted to the "Stückemarkt" section. And it was our job to pluck out six pearls from this theatrical sea. Each of us emerged with a list of favourites we felt demanded to be discussed at length. Not a single play got more that three (out of a possible five) jury votes. This dissension was certainly a characteristic of our jury as a whole. What's more, in the final round, each of us read very personal things into the same material. I found that most of the plays reminded me of a classic and recurring nightmare I have in which close acquaintances of mine in a familiar setting do mad things and don't bother to explain their behaviour. The plays covered virtually all society's phobias and fears: fear of death, of terrorism, unemployment, devastation, failure... And there seemed to be a conspicuous number of plays involving children. Children searching for their parents, children dying from a terrible virus, children running amok, children no one wants, children over forty. The competition entrants were bent on bringing to the stage everything you'd never want to experience.
The only thing that became very clear from all this reading was that theatre as a genre is still very close to the people. In spite of sustained efforts to establish it as an elitist art form, the stage continues to be perceived by writers as a place where mass-dementia and hysteria can run riot. It's not a coincidence that doctors in the Netherlands prescribe play acting to their patients – it's good for the nerves and helps combat stress and depression. In every Dutch clinic worth its salt there is a stage and experienced therapists as directors. This is the stuff of dreams for German depressives. In Berlin, and this I know first hand, they might be allowed to play the drums in a special room for therapeutic reasons, if they're lucky.
But then theatre starts early in Germany. Already in kindergarten, they organise productions on a regular basis. A stage is built and each child is given a pair of rabbit ears and has its face painted, then the show begins. The teacher plays guitar and all the children try to hide behind one another. The parents applaud and call out: "Don't be scared, come to the front!", to their own little rabbits of course. Then things continue in school with Shakespeare and Kleist. The children have to learn strange if not incomprehensible passages by heart and recite them at a previously arranged point in time. Thus children here are turned into limelight hogs at a tender age. When they grow up, they turn into actors and directors – or they write plays and send them to the Stückemarkt.
So after four hours of discussion we had arrived at six completely insane plays and drank a glass of champagne. Followed by beer, schnapps, wine and cognac – there was not even consensus among the jury in our choice of drinks. I am very happy that we managed to succeed. In passing, I should mention that I once played in German theatre myself. Since this fits the subject mater and there is still space on this page, I will go into a little more detail. When I left frosty Moscow in 1990 for this theatre Mecca, I was immediately allocated a job at the theatre by the employment office in the Prenzlauer Berg district of East Berlin. In the West, I should add, people believed that the theatre was the best thing, or rather the only good thing about the GDR. Which is why so many theatre projects received generous state funding. Every bar had its imposing, moustachioed theatre maker with pipe and whiskey glass, handing out government employment programme positions. And so I became a member of a very talented off-theatre group. I seem to remember they did dance and movement theatre but it definitely involved a bit of talking and plenty of pyrotechnics. At our first premiere in Berlin we immediately set fire to an empty house – and for that we received the much-coveted "Independent Theatre Prize".
We mostly played in the Kulturbrauerei, but also in public locations like under the Gleim Bridge, at the edge of Teutoberger Platz, in the middle of market places, in front of town halls and department stores – or just like that, on the street, and we always had big audiences. Nowhere else had I experienced a people so interested in theatre. At these open-air performances I, with the rather clumsy German I spoke at the time, was allowed to play the devil in a modern French drama. In black clothes, with a mask over my face and a burning torch in my hand, I ran around the square revealing my inner self. The friendly audience followed my performance, and my inability to speak properly seemed to go unnoticed. It was movement theatre after all. Sometimes our performances would last for several hours – without a break. The people never went home. "Go hang yourselves!" they'd shout instead, or "Get a job, you idiots!" and "Children, children!" All this acting steeled my nerves. It was the first step in my professional career.

*Wladimir Kaminer is one of Germany's most popular young writers. He has recently published his fifth book, Die Reise nach Trulala (The Journey to La-la-land). Kaminer was born in the former Soviet Union in 1967, and emigrated to East Germany in 1990. He lives in Berlin with his wife and two children. (Read some of his writing here)

The article originally appeared in the Theatretreffen programme brochure and was also published in die Tageszeitung on 25 April, 2006.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ontem no campo, depois de amanhã no Castelo.

O tempo não pára e a Fonte de Letras também não. Só há tempo para tirar as galochas (que vieram encharcadas do 25 de Abril na Herdade do Feixo), vestir o traje mais a rigor e carregar as caixas com livros para levar para o Castelo.
Sábado, estamos de novo no Espaço do Tempo para mais uma edição de Sinais de Fumo, o ciclo de debates moderado por Carlos Vaz Marques. A Fonte de Letras apoia esta iniciativa com a presença de livros dos autores presentes e sobre os temas em debate.
E para a semana há mais programação surpreendente na Fonte de Letras, para ouvir e dançar!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Todos ao campo no 25 de Abril!

(foto retirada do site da Herdade do Freixo do Meio)
O tempo vai estar fantástico para um dia da liberdade no campo.
É o 7º Encontro da Primavera, na Herdade do Freixo do Meio, Foros de Vale de Figueira, Montemor.
A Fonte de Letras lá estará com livros sem sensura.
Viva a liberdade!

domingo, 22 de abril de 2012

Começou o countdown: Kaminer na Fonte de Letras, 4 de Maio.

Será a première desta estadia de Wladimir Kaminer em Portugal: dia 4 de Maio na Fonte de Letras, Montemor-o-Novo. No dia seguinte vai estar na Feira do Livro de Lisboa, para a apresentação do livro, e na Pensão do Amor, para uma Russendisko.
A Fonte de Letras não cabe em si de orgulho e satisfação por este russo, agora berlinense que dá que falar, ouvir, ler e dançar, nos tops mais alternativos da Alemanha, estar na Fonte de Letras no dia 4 de Maio às 18h30.
Kaminer vem apresentar o seu novo livro, Viagem a Tralalá, edições Tinta da China, da colecção de viagens, com tradução simultânea ao vivo. Obrigada Helena Araújo (blog 2 dedos de conversa), a grande responsável e impulsionadora nesta aventura kamineriana no Alentejo, e sua tradutora.
E, sim, é verdade, Kaminer vem dar-nos um cheirinho de Russendisko, uma festa de música e dança que anima regularmente a cidade de Berlim e onde se mistura música pop russa e música underground.
Só mais uma dica:
«Há três maneiras de ver o mundo:
 a optimista, a pessimista e a do Wladimir Kaminer.» «Der Spiegel»
Senhoras e senhores, ponham agora na agenda!


terça-feira, 17 de abril de 2012

Apresentação do livro Vida no Campo, no 7º Encontro da Primavera.




A Fonte de Letras convida
para a apresentação do livro
Vida no Campo,
de Álvaro Domingues, Dafne Editora,
no 7º Encontro da Primavera,
na Herdade do Freixo do Meio, em Montemor-o-Novo,
no dia 25 de Abril às 16h30, com a presença do autor.


Vida no Campo não é uma, são muitas janelas abertas em simultâneo. Perdidos os nexos estáveis que desvendavam o filme-narrativa da realidade do rural, o actual contexto de mudança acelerada está a desmultiplicar até ao infinito as representações sobre a ruralidade:
a pos-, a neo-, a des-ruralizacão.



A Fonte de Letras no campo no dia 25 de Abril.

Mais uma vez, a Fonte de Letras junta-se à festa e muda-se para o campo de livros na bagagem. No 7º Encontro da Primavera, na Herdade do Freixo do Meio, vamos fazer a Feira do Livro Verde, à volta de temas como agricultura biológica, sustentabilidade, vida do campo... O programa da festa não dá descanso e só é permitido não aparecer a quem tiver alergias ao campo!
http://www.herdadedofreixodomeio.com/

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Conferência no Arquivo Municipal, dia 10 às 18h.

A Fonte de Letras estará no Arquivo Municipal com os livros do autor. O Prof. Dr. José Filipe Pinto é um académico com várias obras publicadas, nasceu em Montemor-o-Novo em 1954, é doutor em Sociologia pela Universidade da Beira Interior, na especialidade de Sociologia Política e das Relações Internacionais, e mestre em Espaço Lusófono: Cultura, Economia e Política pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Ir ao céu para voltar à terra.

A Fonte de Letras encerra nos dias 6, 7 e 8 de Abril

para voltar a abrir na segunda-feira, dia 9 de Abril.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Amanhã o Cinecoiso está na Fonte de Letras.

A próxima sessão do Cinecoiso
vai estar na livraria Fonte de Letras
Quinta-Feira, dia 5 de Abril, às 21h 30m

O Cinecoiso apresenta
The Darjeeling Limited

Um filme de Wes Anderson
Com Owen Wilson, Jason Schwartzman e Adrien Brody no papel de três irmãos
numa viagem através da Índia com o objectivo de se aproximarem e estreitarem uma relação perdida.
2007/ 91m/ Cor/ USA

quinta-feira, 29 de março de 2012

A Economia em Sinais de Fumo, dia 31, 10h30.

A 1ª edição de Sinais de Fumo foi um sucesso. O magnífico Convento da Saudação, no Castelo de Montemor, não podia estar mais bonito. Nas salas cheias de sol o público circulava entre croissants e café fumegante, livros seleccionados com rigor pela Fonte de Letras e as sábias (Eduardo Lourenço), provocadoras (Pedro Mexia) ou afectivas (Dulce Maria Cardoso), palavras dos oradores. Carlos Vaz Marques, na moderação, e Rui Horta (anfitrião e curador) fizeram as honras da casa - O Espaço do Tempo.
No próximo Sábado, dia 31, o tema é Economia - Algures entre o senso comum e a ciência (pouco) exacta, com Augusto Mateus, Henrique Neto e Eugénio Rosa. A Fonte de Letras estará presente com a melhor selecção de livros sobre o tema. E talvez a chuva caia lá fora para podermos admirar a bela paisagem e também o futuro numa cor de mais esperança.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Alface - A Festa das Palavras, está pronta!

A festa começa às 11h na Biblioteca Municipal Almeida Faria e continua a partir das 15h30 na Fonte de Letras. Estamos prontos para a festa das palavras.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Tonino



Hoje de manhã no Sinais de Fernando Alves, na TSF


A fórmula para não morrer
Criou jardins de fantasia na casa de Pennabili onde há uma rua de relógios de sol. Foi professor, começou a escrever no campo de concentração para onde o enviaram, escreveu alguns dos mais belos filmes do cinema europeu, Amarcord ou La Nave Va, de Fellini, Blow Up, de Antonioni, Nostalgia, de Tarkowsky. Nunca perdeu de vista o povoado onde nasceu, em Santarcángelo, e onde lhe tinham feito há dias, no largo de cheio de crianças cantando para ele, a festa dos 92 anos. Ontem, os responsáveis da livraria "Fonte das Letras", de Montemor-o-Novo, que tinham estado no blogue a festejar o dia da poesia, reabriram a janela deixando entrar "o sol de Tonino Guerra para sempre". Invocaram "um amor antigo, um amor solar" que talvez explique a convicção, igualmente expressa, de que , não por acaso, será a Fonte das Letras " a livraria do país que mais livros de Tonino Guerra vendeu".
Eu tinha lido nessa manhã, aqui na rádio, um poema dele, tirado do livro "Mel", o livro de um regresso a casa. Andava atordoado desde que lera a notícia na edição electrónica do ABC. Perdi-me na rede, como se me perdesse no campo, guiado por um texto dele, aquele em que vira costas a Roma: "Eu abandono Roma. Os camponeses abandonam a terra. As andorinhas abandonam a minha aldeia. Os fiéis abandonam as igrejas. Os montanheses abandonam os montes. Os moleiros abandonam os moinhos. A graça abandona os homens. Alguém abandona tudo". Como se, tendo-me perdido, fosse com a música de Amarcord bailando nos meus pensamentos, bater à porta da Fonte das Letras por um livro dele, eu que tantas vezes ofereci o Livro das Igrejas Abandonadas.
Mas já encontro a passagem de uma entrevista que ele dera, há tempos, a uma revista electrónica de poesia, "La Dama Duende". Nessa entrevista ele admite que com a passagem do tempo crescera nele o medo da morte. Percebendo que surpreendera o entrevistado, disse-lhe: "Vou contar-te um segredo. Encontrei a fórmula para não morrer".
E Tonino Guerra revela-lhe a fórmula: "A única maneira de vencer a morte é permanecer, durante muito tempo, na memória dos outros. Tudo o que escrevi e fiz não tinha outro objectivo".
Diz isto com a mesma serenidade desconcertante que o levou a morrer no dia mundial da poesia. Ou que o levou a fazer à Dama Duende esta outra revelação sábia: "Criar um relógio de sol, salvar uma casa da ruína, plantar uma figueira, são poemas em pé".
Fernando Alves escreve no português anterior ao acordo ortográfico.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O sol de Tonino Guerra para sempre.

Mal saímos do blog tivémos que voltar, tinha chegado a notícia triste de que Tonino Guerra tinha partido. E não é por acaso que a Fonte de Letras será concerteza a livraria do país que mais livros de Tonino vendeu. É um amor antigo, um amor solar. O livro das igrejas abandonadas, Histórias para uma noite de calmaria, O mel, editora Assírio & Alvim.


As suas histórias deliciam e tê-lo ouvido há uns anos no cinema King, em Lisboa, a propósito de uma exibição de Amarcord de Felinni (com quem colaborou no guião - deste, e de outros cineastas, como Antonioni, Tarkovsky, entre outros) foi o toque.


E procurando na memória, talvez esta paixão tenha começado ao ouvir o realizador de filmes de animação, José Miguel Ribeiro, há muitos anos atrás, aqui na Fonte de Letras à mesa de um chá nocturno, contar como tinha conhecido Tonino Guerra numa viagem de barco, algures em Itália, numa ocasião de trabalho e de como as histórias que ele contou e a sua maneira de falar o encantaram e a todos os presentes.


Hoje é dia de levar Histórias para uma noite de calmaria para ler à noite em casa. Não há melhor profissão do que a de livreiro.

No Dia Mundial da Poesia.

Uma das melhores coisas de ser livreiro é estar a meio do trabalho de marca-preço-arruma-livro e não resistir a abrir um livro e aí ficar perdido. Assim aconteceu no outro dia com o poeta e excelentíssimo homem da cultura, Alberto Lacerda, pessoa fascinante que nasceu na Ilha de Moçambique (1928) e viveu entre Boston e Londres (onde morreu em 2007).

Hoje é dia Mundial da Poesia e o livro que se colou às mãos foi "Morte de uma estação", Antonia Pozzi (1914-1938), da editora Averno. No prefácio, a curta mas intensíssima biografia leva-nos a ler o pequeno livro todo de seguida e a querer ter conhecido a madura rapariga, que começou a escrever poesia aos 14 anos, e o seu círculo de professores e amigos, num meio italiano intelectualíssimo e vibrante.

Hoje é também o segundo dia de uma nova estação do ano, por isso fica Morte de uma estação, de Antonia Pozzi:

Choveu toda a noite

sobre as memórias do verão.


Ao anoitecer saímos

no meio de um ribombar lúgubre de pedras,

imóveis na margem segurando lanternas

para explorar o perigo das pontes.


Ao amanhecer vimos as pálidas andorinhas

ensopadas e pousadas sobre os fios

espreitando os sinais misteriosos da partida -


e reflectiam-nas na terra

as fontes de rosto desfeito.


Morte de uma estação, Antonia Pozzi, selecção e tradução de Inês Dias, ed. Averno, 17€

quarta-feira, 14 de março de 2012

Saudades de ver o Vasco Gato por aqui.



A revista de poesia Golpe d'asa, nº1, é mesmo muito bonita, com um excelente grafismo, recensões e muita poesia, para além de um destacável dedicado a Luiz Pacheco.

Mas a melhor surpresa é o Caderno Central dedicado a Vasco Gato, o poeta e tradutor que há alguns anos veio por acaso morar em Montemor por algum tempo e aqui ficou amigo.

Com uma poesia dura e que é preciso ler várias vezes para lá entrar, chegou no ano 2000 como um dos novos nomes à poesia portuguesa (Um mover de mão, Assírio & Alvim).

À última pergunta da entrevista sobre o que faria se tivesse mesmo sete vidas, o Vasco responde: "Sete vidas, consecutivamente, não sei se me interessariam. Sete vidas em simultâneo, sim, isso teria o proveito de multiplicar os espelhos. Mas não será um pouco isso que fazemos já? A nossa identidade é tantas vezes uma farsa".

Revista Golpe d'asa, nº1, edição CLEPUL, 10€

terça-feira, 13 de março de 2012

A festa do Alface.

Dia 24 de Março vamos fazer a Festa do Alface. É a festa da literatura, a festa das palavras, a festa dos carapauzinhos fritos e das perninhas de rã, a festa dos mergulhos que antigamente se davam no rio Almansor, a festa das fofocas da terra, a grande festa dos amigos do Alface. Dia 24 de Março era o dia do aniversário do escritor Alface, que nasceu em Montemor e aqui tinha o seu coração (que precocemente lhe falhou enquanto falava sobre literatura com Maria João Seixas na Culturgeste em 02.03.07) - vivendo em Lisboa, para cá fugia sempre que podia, para escrever e para dormir a sesta nos calores do Verão. Ao final da tarde aparecia para uma cerveja e dois dedos de fofoca da terra e histórias de livros. Também trocávamos receitas, quase sempre com coentros.
Vai ser uma festa em grande e temos pena que não possa estar quem mais gostariamos que estivesse, o Alface, claro.
Às 11h na Biblioteca Municipal Almeida Faria
Às 15h30 na Fonte de Letras

Organização Escola Secundária de Montemor-o-Novo e livraria Fonte de Letras com o apoio da Câmara Municipal de Montemor, Oficinas do Convento e Theatron.

sábado, 10 de março de 2012

Apresentação do livro "Éden - o filme desta terra" na Fonte de Letras.



A Fonte de Letras convida para a apresentação do livro

Éden (o filme desta terra),
de André Maranha e Tomás Maia, editora Documenta / Assírio & Alvim,
no dia 17 de Março, às 17h30, com a presença dos autores.



No mesmo dia às 16h e às 21h30 será projectado o filme com o mesmo título

no Convento de São Francisco, Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo.




"... Não tivemos tempo para dizer adeus. Não tivemos tempo para uma promessa. Ela tinha desaparecido do filme desta terra", diz Michaux, no livro "Nós dois ainda"

quarta-feira, 7 de março de 2012

Dia 8 de Março, feriado municipal em Montemor, há passeio por prados e montados.

Amanhã será a edição inaugural do programa de animação “experience.NATURE” no Sul do país, que terá lugar a partir das 10.00h da manhã, com início da Torre da Gadanha.

A partir de Abril, uma nova edição e tema sempre ao primeiro sábado de cada mês.

Conjugando o lazer, a interpretação e a alimentação e as sua relações com a conservação da natureza e da biodiversidade, este é um programa de animação singular, não só pelos seus conteúdos mas também pelo facto de ser o único que, nas suas edições mensais, promove a inclusão de públicos com mobilidade reduzida, tornando o ecoturismo acessível a todos.

Amanhã, com uma edição em que a comemoração do dia da mulher e do feriado municipal também não serão esquecidos…

Caso pretendam participar nesta edição, cujo programa completo anexamos, agradecemos contacto até ao final do dia, no sentido de podermos assegurar a logística associada.
Com os melhores cumprimentos,

Luis Jordão
Tel 939 200 733

Experience Nature
experiências únicas…
ao primeiro e terceiro sábado do mês, agora também para públicos com mobilidade reduzida!

Blogue http://experiencenatureddl.blogspot.com/

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Parabéns ao Cinecoiso, Montemor fica maior!



DIA 8 DE MARÇO, NO ESPAÇO DO TEMPO, O CINECOISO ESTÁ DE VOLTA.
O Cinecoiso faz um ano de existência. Temos mais novidades que recordações para vos contar. O ano passado, por este tempo, fazia menos frio e fartou-se de chover. O Programa que se segue para o dia 8 de Março oferece bolo, vinho, e filme. A vida, no Cinecoiso, é assim, doce, temperada de baunilha com vestigío de pimento verde e repleta de cenas coloridas.
O bolo terá creme, o vinho será um jorro de mel, e o filme, de Sammuel Fuller, é um registo autobiográfico do próprio realizador.
Realizado em 1980, The Big Red One, relata de forma anedótica e, por vezes, absurda, o percurso da 1ª Divisão de Infantaria do exército Norte Americano no cenário da segunda guerra mundial. Das praias do Norte de África ao continente europeu, a viagem decorre lenta e vagarosa, cheia de bons momentos de cinema. Já viram acontecer um parto no interior de um tanque de guerra? Onde menos se espera alguém dá à luz.
Sammuel Fuller é um realizador de culto, distante das bravatas de Hollywood. Absolutamente, a não perder.

DIA 8 DE MARÇO, NO ESPAÇO DO TEMPO, O CINECOISO ESTÁ DE VOLTA.

Ficha Técnica:
Realização, Fuller
Lee Marvin, Robert Carradine, Stéphane Audran, Mark Hamil, Bobby di Cicco e Kelly Ward.
EUA, 1980 (28 de Maio)
1h 53
Cor
M/ 16

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Fonte de Letras nos SINAIS DE FUMO do Espaço do Tempo.



A livraria Fonte de Letras está presente com exposição e venda de livros dos temas e autores participantes dos encontros SINAIS DE FUMO organizados pelo Espaço do Tempo, no Convento da Saudação, Montemor-o-Novo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O local onde se foi feliz.

O sítio onde crescemos e fomos felizes, uma das praias emblemáticas do País era, em Março de 2008, Um local solitário, como Nuno Ferreira o classifica. Mesmo no extenso areal foi impossível abstrair dos monstros de cimento retalhados em múltiplas varandas, que transformaram a "larga varanda aberta sobre o oceano", de que falava Raul Proença. E Nuno Ferreira terminou esse dia na sala de jantar de um vermelho feroz de um casino vazio, a aplaudir solitariamente a melancolia da banda Diana Rosa e os Supremos que actuavam para ele, enquanto ele ali estivesse.
E a viagem do jornalista Nuno Ferreira (ex-Expresso e ex-Público) iniciada em Fevereiro de 2008 continua pelo "Portugal profundo" num relato surpreendente, curioso, triste e alegre no livro publicado em final de 2011.
Portugal a pé, Nuno Ferreira, Vertimag, 19,80€.
http://portugalape.blogspot.com/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Duas viagens para o Carnaval.



O Murmúrio do Mundo - a Índia revisitada, de Almeida Faria

O seu Requiem, menos pelo império havido que pelo império perdido e, por perdido, mais sublimado que o de Camões, é o triunfo puro da ficção. E o regresso de um grande romancista ao prazer, sem melancolia, da ficção.
Eduardo Lourenço, do Prefácio


Uma viagem à Índia na colecção de literatura de viagens da editora Tinta da China, com ilustrações de Bárbara Assis Pacheco.

Almeida Faria é natural de Montemor e a Fonte de Letras espera trazê-lo à livraria em breve para a apresentação deste seu novo livro.

O Murmúrio do Mundo, de Almeida Faria, Tinta da China, 17,90€


Portugal - Luz e sombra, O País depois de Orlando Ribeiro, de Duarte Belo. Orlando Ribeiro fotografou exaustivamente o território português a partir de 1937. Em 2011 o fotógrafo Duarte Belo percorreu e registou os mesmos locais exactos. "Estas fotografias dão conta, com fascínio e inquietação, do poder avassalador do tempo e das imparáveis construções humanas, na modelação da identidade de um povo." (no texto da contracapa)


Portugal - Luz e sombra, O País depois de Orlando Ribeiro, de Duarte Belo, Temas e Debates, 19,90€

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Perdidos de beleza no atlas de Souto de Moura.


































Eduardo Souto de Moura Atlas de Parede Imagens e Método, Dafne Editora, 2011, leva-nos a viajar pela cabeça do arquitecto em imagens de parede. Ainda bem que podemos ver um bocadinho do mundo com os olhos de Souto de Moura.

Os livros da da Dafne são todos muito bons, este é muito, muito bonito.


Eduardo Souto de Moura Atlas de Parede Imagens e Método, Dafne Editora, 2011, 29,50€

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Irresistível Assis Pacheco.


[Coimbra, 1 de Fevereiro de 1937 - Lisboa, 30 de Novembro de 1995

«Indignar-me é o meu signo diário. [...]
Há países em que se espera que o homem deixe crescer as patas da frente, e coma erva, e leve uma canga minhota como os bois.[...]»
Fernando Assis Pacheco

Mensagem enviada por email pela Assírio & Alvim, irresistível.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Mais uma editora de banquinho.

Os clientes habituais já sabem que nos vários banquinhos de madeira de cores e formatos diferentes podem encontrar as editoras especiais, ou algumas colecções mais raras. Há o banquinho da &etc, o banquinho da colecção Passagens da editora Vega, o banquinho da Averno, o banquinho da colecção Clássicos de Sempre da Estampa, já houve o banquinho da Frenesi e da Hiena (ainda se encontram alguns títulos), o banquinho da colecção Forma da Ed. Presença... E agora há um banquinho da editora Eucleia, livros de formato pequeno com belíssimas capas quase todos. Uma nova editora a descobrir e que não tem passado ao lado dos críticos:

Excelente recensão a Quanto mais depressa ando, mais pequena sou no suplemento Atual, do jornal Expresso, do passado dia 14 de Janeiro.


«Estreia literária, prémio revelação e uma excelente surpresa para o leitor português. (…) é uma delícia! O mesmo adjetivo se pode usar para todo o livro, tragicomédia que nos lembra que “a nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer”, a que acresce aquela inevitável estranheza que nos causa sempre a literatura que vem do frio. Imperdoável passar ao lado.» (Ana Cristina Leonardo)