terça-feira, 15 de março de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Para Sempre Vergílio Ferreira.
A Fonte de Letras no Congresso Vergílio Ferreira 2016 na Universidade de
Évora com merchandising próprio. Quem se lembra dos cubos de acrílico
com fotografias dos fabulosos anos 80?
Évora e os Livros, hoje às 21.30h no Ciclo de Conversas de S. Vicente.
A Fonte de Letras é um dos convidados de Évora e os Livros, no Ciclo de
Conversas de S. Vicente. Um convite de Marcial Rodrigues que escolheu o
tema e convidou ainda os grandes senhores João Ruas e Manuel Branco.
Vozes da Cidade - Ciclo de Conversas
#1 - Évora e os livros
Marcial Rodrigues convida, para uma conversa sobre a cidade e os livros, João Ruas, Manuel Branco, Helena Girão Santos. E convida-o a si. Dia 24 de fevereiro, às 21:30.
Évora é cidade de muitas e variadas vidas, que aqui foram tecendo partes significativas da nossa História, entre o quotidiano quase sem memória das andanças de cada um. Entre elas, um lugar proeminente é ocupado pelos livros: nesta cidade, desde há muito que se escrevem, imprimem, vendem, estudam e guardam livros, alguns dos quais são verdadeiras preciosidades da cultura universal. No entanto, pouco se fala desta realidade e não parece que ela seja considerada como um dos alicerces da sociedade que somos. Motivos e ocasião para falarmos sobre Évora e os livros!
NOTAS BIOGRÁFICAS
Marcial Rodrigues
Professor de Filosofia e professor bibliotecário aposentado; Vice-Presidente do Grupo Pro-Évora; fundador e director do jornal O Giraldo; publicações em revistas e livros, entre os quais Pela Biblioteca Pública de Évora – defesa de uma instituição cultural, Grupo Pro-Évora, 2001 (co-autor).
João Ruas
Licenciado em Filosofia; especialização em Ciências Documentais; ex-director da Biblioteca e Arquivo da Fundação da Casa de Bragança (Palácio Ducal de Vila Viçosa); publicações em revistas e livros, entre os quais Tesouros da Biblioteca Pública de Évora, Edições INAPA, 2005 (coordenador e co-autor.
Manuel Branco
Mestre em História da Arte; ex-Vereador da Cultura e membro da Comissão Municipal de Arte, Arqueologia e Defesa do Património da Câmara Municipal de Évora; director de A Cidade de Évora (1994-2001); autor de estudos de História e História da Arte relativos a diversos assuntos e localidades, entre as quais Évora, com publicação em revistas e livros.
Helena Girão Santos
Licenciada em Psicologia; livreira, proprietária da livraria Fonte de Letras (Montemor-o-Novo e Évora) desde 2000; trabalhou como redactora publicitária durante uma década; foi colaboradora, como redactora, de algumas publicações periódicas (revista Grande Reportagem, suplemento DNA, revista Notícias Magazine, entre outras).
*
Iniciamos dia 24 de fevereiro um novo ciclo mensal, desta vez dedicado a conversas sobre temas e questões da cidade, envolvendo gentes da cidade. Em cada sessão um anfitrião e os seus convidados estabelece o tema da conversa e lança desafios. E a conversa alarga-se ao público, num encontro que se quer literal entre vozes da cidade. Para a primeira sessão, Marcial Rodrigues convida. Convida-vos. É dia 24, às 21h 30, na ISV.
Vozes da Cidade - Ciclo de Conversas
#1 - Évora e os livros
Marcial Rodrigues convida, para uma conversa sobre a cidade e os livros, João Ruas, Manuel Branco, Helena Girão Santos. E convida-o a si. Dia 24 de fevereiro, às 21:30.
Évora é cidade de muitas e variadas vidas, que aqui foram tecendo partes significativas da nossa História, entre o quotidiano quase sem memória das andanças de cada um. Entre elas, um lugar proeminente é ocupado pelos livros: nesta cidade, desde há muito que se escrevem, imprimem, vendem, estudam e guardam livros, alguns dos quais são verdadeiras preciosidades da cultura universal. No entanto, pouco se fala desta realidade e não parece que ela seja considerada como um dos alicerces da sociedade que somos. Motivos e ocasião para falarmos sobre Évora e os livros!
NOTAS BIOGRÁFICAS
Marcial Rodrigues
Professor de Filosofia e professor bibliotecário aposentado; Vice-Presidente do Grupo Pro-Évora; fundador e director do jornal O Giraldo; publicações em revistas e livros, entre os quais Pela Biblioteca Pública de Évora – defesa de uma instituição cultural, Grupo Pro-Évora, 2001 (co-autor).
João Ruas
Licenciado em Filosofia; especialização em Ciências Documentais; ex-director da Biblioteca e Arquivo da Fundação da Casa de Bragança (Palácio Ducal de Vila Viçosa); publicações em revistas e livros, entre os quais Tesouros da Biblioteca Pública de Évora, Edições INAPA, 2005 (coordenador e co-autor.
Manuel Branco
Mestre em História da Arte; ex-Vereador da Cultura e membro da Comissão Municipal de Arte, Arqueologia e Defesa do Património da Câmara Municipal de Évora; director de A Cidade de Évora (1994-2001); autor de estudos de História e História da Arte relativos a diversos assuntos e localidades, entre as quais Évora, com publicação em revistas e livros.
Helena Girão Santos
Licenciada em Psicologia; livreira, proprietária da livraria Fonte de Letras (Montemor-o-Novo e Évora) desde 2000; trabalhou como redactora publicitária durante uma década; foi colaboradora, como redactora, de algumas publicações periódicas (revista Grande Reportagem, suplemento DNA, revista Notícias Magazine, entre outras).
*
Iniciamos dia 24 de fevereiro um novo ciclo mensal, desta vez dedicado a conversas sobre temas e questões da cidade, envolvendo gentes da cidade. Em cada sessão um anfitrião e os seus convidados estabelece o tema da conversa e lança desafios. E a conversa alarga-se ao público, num encontro que se quer literal entre vozes da cidade. Para a primeira sessão, Marcial Rodrigues convida. Convida-vos. É dia 24, às 21h 30, na ISV.
Vergílio Ferreira em congresso de centenário do nascimento, Universidade de Évora, 29 de Fevereiro a 2 de Março.
Para Sempre, uma excelente oportunidade para ler ou reler.
A Fonte de letras lá estará, com livros de Vergílio Ferreira e dos oradores do Congresso.
Salientamos a presença de Almeida Faria, Eduardo Lourenço e Lídia Jorge, com os seus testemunhos sobre o escritor, no dia de encerramento do Congresso.
Durante o Congresso será ainda entregue o Prémio Vergílio Ferreira 2016, atribuída ao escritor João de Melo.
Consulte o Programa
http:// www.vergilio2016.uevora.pt/
A Fonte de letras lá estará, com livros de Vergílio Ferreira e dos oradores do Congresso.
Salientamos a presença de Almeida Faria, Eduardo Lourenço e Lídia Jorge, com os seus testemunhos sobre o escritor, no dia de encerramento do Congresso.
Durante o Congresso será ainda entregue o Prémio Vergílio Ferreira 2016, atribuída ao escritor João de Melo.
Consulte o Programa
http://
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
16 FEV
“Nós” e “Os outros”: a Cultura na crise dos refugiados
Terça, das 18h30 às 20h
Évora, Lisboa, Porto, Tavira
Entrada livre
A crise dos refugiados está muito presente hoje na Europa, mas também nos restantes continentes. Tornou-se óbvio que a União Europeia tem dificuldades em criar consenso em relação à forma de gerir esta situação e em estruturar um plano de acção. Ao mesmo tempo, as medidas recentemente tomadas por alguns governos indicam um endurecimento das posições, que em alguns casos vem reforçar os estereótipos em relação ao “Outro” e à ameaça que ele representa para a sociedade e a cultura europeia.
Qual é o papel das instituições culturais neste contexto? A crise dos refugiados, os seus contornos, as questões que levanta para a sociedade são assuntos que dizem respeito ao sector cultural ou estão fora do seu âmbito de acção e das suas prioridades? Ao decidir envolver-se, de que forma uma instituição cultural poderá ou deverá proceder? Que cuidados deverá ter? Que objectivos?
ÉVORA, LIVRARIA FONTE DE LETRAS
Hortênsia Menino, CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central; Hugo Sovelas, Propositário Azul; Zélia Parreira, Biblioteca Pública de Évora; Teresa Crespo, Museóloga (moderadora); outros convidados a confirmar
LISBOA, CASA FERNANDO PESSOA
Cristina Santinho, Investigadora CRIA/ISCTE-IUL; Isabel Galvão, Conselho Português para os Refugiados; Joana Sousa Monteiro, Museu de Lisboa; Sofia Cabrita, RefugiActo; Ana Carvalho, Museóloga (moderadora)
PORTO, MUSEU NACIONAL SOARES DOS REIS
Ângelo Merayo, Conselho Português para os Refugiados; Jorge Oliveira, Espaço T- Associação para Apoio à Integração Social e Comunitária; Luís Monteiro, Mestrando em Museologia, Deputado na Assembleia da República; Maria João Vasconcelos, Museu Nacional de Soares dos Reis; Joana Macedo, Professora e coordenadora de projectos de mediação e programação cultural (moderadora)
TAVIRA, CASA DAS ARTES
Ana Borges, Coreógrafa, Corpodehoje; João Ventura, Teatro Municipal de Portimão; Paula Ferreira, Biblioteca Municipal de Tavira; Tela Leão, Programadora Cultural (moderadora)
“Nós” e “Os outros”: a Cultura na crise dos refugiados
Terça, das 18h30 às 20h
Évora, Lisboa, Porto, Tavira
Entrada livre
A crise dos refugiados está muito presente hoje na Europa, mas também nos restantes continentes. Tornou-se óbvio que a União Europeia tem dificuldades em criar consenso em relação à forma de gerir esta situação e em estruturar um plano de acção. Ao mesmo tempo, as medidas recentemente tomadas por alguns governos indicam um endurecimento das posições, que em alguns casos vem reforçar os estereótipos em relação ao “Outro” e à ameaça que ele representa para a sociedade e a cultura europeia.
Qual é o papel das instituições culturais neste contexto? A crise dos refugiados, os seus contornos, as questões que levanta para a sociedade são assuntos que dizem respeito ao sector cultural ou estão fora do seu âmbito de acção e das suas prioridades? Ao decidir envolver-se, de que forma uma instituição cultural poderá ou deverá proceder? Que cuidados deverá ter? Que objectivos?
ÉVORA, LIVRARIA FONTE DE LETRAS
Hortênsia Menino, CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central; Hugo Sovelas, Propositário Azul; Zélia Parreira, Biblioteca Pública de Évora; Teresa Crespo, Museóloga (moderadora); outros convidados a confirmar
LISBOA, CASA FERNANDO PESSOA
Cristina Santinho, Investigadora CRIA/ISCTE-IUL; Isabel Galvão, Conselho Português para os Refugiados; Joana Sousa Monteiro, Museu de Lisboa; Sofia Cabrita, RefugiActo; Ana Carvalho, Museóloga (moderadora)
PORTO, MUSEU NACIONAL SOARES DOS REIS
Ângelo Merayo, Conselho Português para os Refugiados; Jorge Oliveira, Espaço T- Associação para Apoio à Integração Social e Comunitária; Luís Monteiro, Mestrando em Museologia, Deputado na Assembleia da República; Maria João Vasconcelos, Museu Nacional de Soares dos Reis; Joana Macedo, Professora e coordenadora de projectos de mediação e programação cultural (moderadora)
TAVIRA, CASA DAS ARTES
Ana Borges, Coreógrafa, Corpodehoje; João Ventura, Teatro Municipal de Portimão; Paula Ferreira, Biblioteca Municipal de Tavira; Tela Leão, Programadora Cultural (moderadora)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Ricardo Costa levou a Fonte de Letras ao Expresso.
Ricardo Costa levou a Fonte de Letras
ao Expresso com os Seres Imaginários de Jorge Luís Borges. Temos mais
exemplares para serem lidos por quem se senta no Parlamento, como sugere
o jornalista!
"Li este magnífico livro, uma coleção inimitável de seres recolhidos nas infindáveis leituras de Borges, há uns vinte anos numa edição espanhola a que perdi o rasto. Encontrei-o agora numa belíssima edição portuguesa da Quetzal, numa passagem pela Livraria Fonte das Letras, que ganhou merecida fama em Montemor-o-Novo e que, entretanto, se mudou para uma das mais movimentadas ruas de Évora.
"Li este magnífico livro, uma coleção inimitável de seres recolhidos nas infindáveis leituras de Borges, há uns vinte anos numa edição espanhola a que perdi o rasto. Encontrei-o agora numa belíssima edição portuguesa da Quetzal, numa passagem pela Livraria Fonte das Letras, que ganhou merecida fama em Montemor-o-Novo e que, entretanto, se mudou para uma das mais movimentadas ruas de Évora.
Borges é um prodígio de cultura e de síntese, de erudição e
simplicidade, conta numa página o que outros fazem em dez, poupa no
adjetivo e esbanja na fantasia. É inimitável e este livro só podia ter
saído da sua cabeça. É uma delícia sobre a imaginação humana, sobre os
seres imaginários que o homem foi inventando ao longo da história para
preencher os seus sonhos, medos, temores, ambições e inesgotável
imaginação."
http://expresso.sapo.pt/newsletters/expressomatinal/2016-01-13-O-adeus-de-Obama-os-estilhacos-do-terrorismo-e-o-petroleo-em-quedaquinta-feira, 10 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Apresentação de Flauta de Luz pelo seu editor Júlio Henriques, dia 14 de Novembro às 17H.
O fio condutor do nº3 deste Boletim, editado em Portalegre e com colaboração
internacional, é o relacionamento crítico entre a tecnologia como configuração
totalitária do capitalismo e a obstinada presença das culturas ditas arcaicas de
base comunizante.
Este número procede a abordagens dos progressos do capitalismo em vários âmbitos:
– sócio-histórico (movimento social revolucionário de 1974-75 e consequências da sua derrota, evolução do trabalho como expressão de conformismo, sintoma de patologia e indicador de revolta), o desporto como forma lúdica da alienação;
– antropológico (a anarquia e o sagrado, negação do genocídio nos Estados Unidos, cosmogonia índia),
– ecologia radical (filosofia ambiental, direitos da natureza).
Inclui ainda uma antologia de poesia ameríndia e outros poemas, textos sobre cinema e sobre livros, e um inédito de Albert Cossery.
Este número procede a abordagens dos progressos do capitalismo em vários âmbitos:
– sócio-histórico (movimento social revolucionário de 1974-75 e consequências da sua derrota, evolução do trabalho como expressão de conformismo, sintoma de patologia e indicador de revolta), o desporto como forma lúdica da alienação;
– antropológico (a anarquia e o sagrado, negação do genocídio nos Estados Unidos, cosmogonia índia),
– ecologia radical (filosofia ambiental, direitos da natureza).
Inclui ainda uma antologia de poesia ameríndia e outros poemas, textos sobre cinema e sobre livros, e um inédito de Albert Cossery.
OPERÇÃO CHERUB PÕE LITERATURA JUVENIL EM MISSÃO.
Porque é que os adolescentes "que não lêem nada" devoram a colecçāo de livros CHERUB? Porque é que os livros CHERUB são "escondidos" nalgumas bibliotecas escolares? Devemos oferecer títulos como O Traficante, O Gangue, A Seita, ..., aos nossos filhos?
Foram estas algumas das perguntas que foram levantadas no encontro sobre literatura infantil no passado sábado na Fonte de Letras.
Adolescentes, pais, psicólogos e amigos tiveram uma missão de sucesso.
A grande conclusão é que a missão adolescente é para continuar na Fonte de letras!
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Morreu Vitor Silva Tavares, o editor da &etc.
http://www.publico.pt/n1708485
Vitor Silva Tavares, 78 anos, morreu nesta segunda-feira de manhã no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde tinha sido internado uma semana antes devido a uma infecção cardíaca. A família pretende fazer uma cerimónia privada e prefere não divulgar publicamente informações sobre a mesma.
Os livros ficam, o editor desaparece. Era fácil
ficar horas a ouvir Vitor Silva Tavares porque já ninguém fala como ele,
um português de língua afiada e refinada, elegante e pé-descalço (ele
diria: “do melhor Gil Vicente”), algo que partilhava com o amigo João César Monteiro, tanto quanto a magreza e o espírito libertário. Em 2014, quando o PÚBLICO falou com ele a propósito da edição da obra escrita de César Monteiro,
Vitor Silva Tavares confessou que a morte do cineasta, em 2003, deixara
um vazio que não tinha sido preenchido. Silva Tavares referia-se a um
vazio pessoal, naturalmente, mas também estava implícito um vazio
colectivo. O mesmo acontece agora, com a morte de Silva Tavares, um dos
mais originais e radicais editores portugueses. É toda uma geração, de
resistência cultural e política, que tem os dias contados.
“Perdemos
o último dos resistentes, o pai de gerações e gerações de poetas. Há
muita gente que lhe vai sentir a falta. Mesmo muita”, diz Paulo da Costa
Domingos, poeta e editor da Frenesi, que se cruzou com Vitor Silva
Tavares no início da década de 1970, quando o editor o publicou pela
primeira vez, ainda na revista &etc que viria a converter-se na lendária editora com o mesmo nome.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
Clientes diferentes, o sucesso do costume. Feira do Livro da Feira da Luz, Montemor-o-Novo
Qual é o segredo? De onde vem esta gente? Livros porquê?
As perguntas continuam mas continuam sem resposta! A feira do livro da Feira da Luz de Montemor continua a ser o sucesso do costume.
Há pessoas que esperam um ano para comprar o volume que saiu a seguir ao que compraram na feira do ano passado. Há pessoas que trazem a lista escrita dos livros que procuram. Há quem entre só porque são livros. Há quem não entre só porque são livros! As crianças portam-se pior do que nunca. Os pais pior ainda! Onde é que vamos chegar? Ninguém lê. Os livros continuam a vender.
O que é que se vende?! De tudo um pouco, A Fórmula de Deus, Ética e Cidadania, Anna Karénina, Quando a Desigualdade Põe em Risco o Futuro, Dicionário Sentimental do Futebol, A Primeira Guerra Mundial, Jóquei, Levante-se o Réu, O Luto de Elias Gro, O Meu Livrinho do Benfica, 1984, Genealogias da Cultura, A Arte da Guerra, Uma Horta Para Ser Feliz, Queres Casar Comigo Todos os Dias, Frozens, Violettas...
São 5 dias de feira do livro na enorme tenda de casamentos no meio da Feira da Luz, ao lado de barraquinhas com colares de cortiça, pérolas e "filigrama" (como perguntava alguém), da caipirinha do tião brazuca, dos animais para adopção, do torrão de alicante, dos cãezinhos de peluche que andam e sabres de luz que falam. Dos carrosséis, do gado, da brincafeira (outro enorme sucesso da feira, organizado pela grande instituição local Oficina da Criança). Concertos de fado, espectáculos de folclore e, este ano, enormíssimo concerto dos GNR com a banda filarmónica de uma associação recreativa da terra (um grande presente oferecido por Montemor a quem esteve na Feira da Luz nesse dia!)
Há quem pinte a casa por causa da feira. Todos marcam um jantar de amigos na feira. Boa feira! Desejam-se uns aos outros.
Esta é a grande festa de Montemor!
As perguntas continuam mas continuam sem resposta! A feira do livro da Feira da Luz de Montemor continua a ser o sucesso do costume.
Há pessoas que esperam um ano para comprar o volume que saiu a seguir ao que compraram na feira do ano passado. Há pessoas que trazem a lista escrita dos livros que procuram. Há quem entre só porque são livros. Há quem não entre só porque são livros! As crianças portam-se pior do que nunca. Os pais pior ainda! Onde é que vamos chegar? Ninguém lê. Os livros continuam a vender.
O que é que se vende?! De tudo um pouco, A Fórmula de Deus, Ética e Cidadania, Anna Karénina, Quando a Desigualdade Põe em Risco o Futuro, Dicionário Sentimental do Futebol, A Primeira Guerra Mundial, Jóquei, Levante-se o Réu, O Luto de Elias Gro, O Meu Livrinho do Benfica, 1984, Genealogias da Cultura, A Arte da Guerra, Uma Horta Para Ser Feliz, Queres Casar Comigo Todos os Dias, Frozens, Violettas...
São 5 dias de feira do livro na enorme tenda de casamentos no meio da Feira da Luz, ao lado de barraquinhas com colares de cortiça, pérolas e "filigrama" (como perguntava alguém), da caipirinha do tião brazuca, dos animais para adopção, do torrão de alicante, dos cãezinhos de peluche que andam e sabres de luz que falam. Dos carrosséis, do gado, da brincafeira (outro enorme sucesso da feira, organizado pela grande instituição local Oficina da Criança). Concertos de fado, espectáculos de folclore e, este ano, enormíssimo concerto dos GNR com a banda filarmónica de uma associação recreativa da terra (um grande presente oferecido por Montemor a quem esteve na Feira da Luz nesse dia!)
Há quem pinte a casa por causa da feira. Todos marcam um jantar de amigos na feira. Boa feira! Desejam-se uns aos outros.
Esta é a grande festa de Montemor!
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
O DEBATE DOS DEBATES NA FONTE DE LETRAS: Apresentação do livro "O Que Fazer Com Este País", de Ricardo Paes Mamede, dia 17 de Setembro, 18H.
A
livraria Fonte de Letras continua a participar activamente na discussão
e construção de Portugal e não pode deixar este momento sem promover o
debate.
Apresentação do livro "Que Fazer Com Este País", de Ricardo Paes Mamede, dia 17 de Setembro, 5ª feira, na Fonte de Letras.
O Que Fazer Com Este País pretende descortinar as origens dos
problemas que hoje enfrentamos e reflectir sobre o futuro de Portugal à
luz dos desafios actuais.
O livro parte de uma questão incontornável: quem são os responsáveis
pelo estado a que chegámos? Menos do que ajustar contas com o passado,
procura desconstruir vários mitos que dominam o discurso público sobre
este tema, em particular a ideia de que os portugueses «viveram acima
das suas possibilidades». Só com uma compreensão menos superficial dos
factores que conduziram à crise portuguesa estaremos aptos a tomar
decisões acertadas sobre o que há-de vir.
A segunda parte do livro é dedicada à discussão sobre o futuro e o que
podemos fazer para o influenciar. Analisam-se, em particular, os
desafios da retoma económica e da criação de emprego, da mudança de
perfil de especialização produtiva, do combate à pobreza e às
desigualdades crónicas, bem como do enquadramento de Portugal na União
Económica e Monetária europeia.
O debate já começou na montra da Fonte de Letras.

Elas (as livreiras) são subversivas. Pensamos que estão apenas
sentados nas secretárias, muito tranquilas e tal. Estão mas é a tramar a
revolução, pá. Eu cá não me meteria com elas.
Michael Moore
terça-feira, 1 de setembro de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
Brincar na palha é sempre um sonho!
Nova montra Fonte de Letras - em movimento! Estamos "a aumentar o desafio da passada e a diminuir a largura do abismo.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Apresentação do livro "Privataria - quem ganha e quem perde com as privatizações em Portugal", em Évora.
A democracia portuguesa foi diminuída pelas privatizações. Sob os
critérios europeus e o argumento da dívida, eliminou-se todo um campo de
possibilidades para a iniciativa pública e para uma real
autodeterminação económica. Recursos estratégicos foram transformados em
fonte de renda privada.
Este livro revisita a privataria à portuguesa. Conta a história de
alguns dos grandes negócios das últimas décadas, dos argumentos que
fizeram caminho e dos passageiros da “porta giratória” entre
ministérios, grupos privados e privatizados. Na crise, este Portugal é
presa fácil para os poderes financeiros.
Privataria discute ainda a natureza da privatização enquanto pilar da ideologia neoliberal e também enquanto forma do capitalismo real, que expande sempre o império da mercadoria e se apropria de qualquer região da existência humana.
Privataria discute ainda a natureza da privatização enquanto pilar da ideologia neoliberal e também enquanto forma do capitalismo real, que expande sempre o império da mercadoria e se apropria de qualquer região da existência humana.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Rita Barros na Fonte de Letras, 15 de Julho, 18h.
Apresentação do livro "Bohemia, Life and Death in the Chelsea Hotel", pela autora, Rita Barros.
Quando foi construído no início dos anos 1880 o Chelsea
Association Building era o prédio mais alto e maior em Nova
Iorque. Reinventado como um hotel residencial, em 1905,
logo se tornou o lar não-oficial das artes americanas e uma
Meca profana para artistas de todo o mundo. A fotógrafa
portuguesa Rita Barros viveu no Chelsea por mais de três
décadas, ocupando o Apartamento # 1008 onde, na década
de 1960, Arthur C. Clarke escreveu 2001: Uma Odisseia no
Espaço. A vida do lugar, os seus exóticos vizinhos, e sua
própria persona são o tema de seu trabalho. Constituindo
um marco arquitectónico e cultural desde 1966, o Hotel
Chelsea foi vendido em 2011 e atualmente está a ser
esventrado por empresas imobiliárias. Em vez de assistir
impotente à sua destruição, Barros aponta a câmara para o
que está acontecer ao seu redor e documenta a queda do
Chelsea. Bohemia pode ser lido como uma parábola da vida
e da morte - uma visão nostálgica e irónica de um espaço de
liberdade e criatividade desinibida que em tempos floresceu
no meio da cidade moderna.
Este livro foi concebido por Jorge Calado para acompanhar
a exposição de fotografia com o mesmo título, que teve lugar
de 15 de setembro a 15 de novembro de 2014, na Biblioteca
de Ciências da Faculdade de Ciência e Tecnologia da
Universidade Nova de Lisboa.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Apresentação do livro Linhas Vermelhas, de José Manuel Pureza, 7 de Julho, 3ª feira, 18h.
O Portugal do próximo futuro será evidentemente um país mais pobre, resultado da
redução salarial generalizada, da brutal penalização das reformas e da perda de
salário indireto traduzida no esfacelamento prático das políticas de
universalidade de serviços públicos essenciais como a educação, a saúde ou a
segurança social. Não se trata de uma consequência entre outras e muito menos de
uma espécie de efeito colateral não desejado do programa de ajustamento. Não, o
empobrecimento e a penalização do trabalho foi - e é - o núcleo essencial do
programa da crise-como-política concretizado em Portugal. Para a
crise-como-política não há linhas vermelhas. A luta por essas linhas
inultrapassáveis, sempre mais avançadas, em vista da transformação profunda dos
mecanismos que as tornam necessárias, está no coração da identidade histórica da
esquerda. Diante da pujança inédita da crise-como-política, ela é mais
importante hoje que nunca. É dessa luta que dá conta este livro. E é nela que
toma partido..
quinta-feira, 11 de junho de 2015
O Barco de Papelão, filme documentário de José Vieira, 2010
Dia 16 de Junho, 18h, na Fonte de Letras
Foi ao passar na autoestrada que dei com este estranho acampamento de refugiados, povoado de ciganos da Roménia (roms). Um bairro de lata no meio das árvores, entalado entre as faixas da autoestrada A10. Por instantes, pareceu-me um flash back. Mas era apenas a actualidade de uma história que nunca mais acaba, a das pessoas obrigadas a deixar tudo para exorcizarem a pobreza. Quis compreender que êxodo era aquele, de onde vinham aquelas pessoas, quem eram estes «estranhos estrangeiros», como o foram outrora os portugueses e argelinos habitantes dos bairros de lata que havia em redor de Paris. Ao filmá-los, quis torná-los familiares, para destruir os preconceitos que temos a seu respeito e contar um pouco da sua história de imigrantes em busca de uma vida melhor.
José Vieira, realizador francês de origem portuguesa, vive e trabalha entre a França e Portugal. Realizou cerca de trinta documentários, nomeadamente para a France 2, France 3, La Cinquième e Arte. A sua obra, dedicada sobretudo à problemática da emigração, tem sido exibida nos mais diversos festivais internacionais de cinema. José Vieira tem dado visibilidade à história de um milhão de portugueses que saíram do país nos anos 60, a maioria clandestinamente, no que foi a maior migração humana na Europa do século XX.
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