sábado, 25 de agosto de 2018

"AZULEJOS DE PAPEL", exposição de Maria del Mar, na Fonte de Letras.

Maria del Mar nasceu a 5 de Outubro de 1967, em Benamaurel, Espanha.
Em 2005 foi viver para Lisboa, Portugal, e aí começou a desenhar os azulejis das casas lisboetas.
Enfermeira de profissão, mas amante de livros e de arte 8não fosse Maria del Mar uma amiga e cliente dedicada da livraria Fonte de Letras), recorreu pela primeira vez ao desenho e à pintura para melhor representar os azulejos portugueses.
Acompanha esta exposição um diário gráfico, para consulta, com estudos e informações sobre os azulejos representados.
Azulejos das casas lisboetas em tinta para caneta de aparo sobre papel artesanal.
Visite na Fonte de Letras.

Azulejos das casas lisboetas em tinta para caneta de aparo sobre papel artesanal.

Sábado & Livros


Fonte de Letras, o spot em Évora!


"Livros são papéis pintados com tinta"






quarta-feira, 20 de junho de 2018

Carimbando por Évora com Renata Bueno

Inauguração da Exposição dia 24 de Junho, sábado, 17h

 

Livros de artista e livros colectivos.

Os trabalhos expostos foram realizados na oficina aberta de ilustração coordenada por Renata Bueno no âmbito do Livros à Rua 2018, a convite da Associação Cultural É Neste País.
Foram construídos livros que tinham regras. A artista iniciava a “narrativa” carimbada e adultos e crianças participavam também.

3 cores e muitas invenções invadindo um miolo de livro “sanfonado” e chegando ao projecto e execução das capas resultaram na criação de 14 livros colectivos e 6 de livros da artista.

Renata Bueno (Brasil, 1977) é artista visual e vive actualmente no Alentejo.
Participou em exposições colectivas e individuais em galerias e espaços culturais no Brasil, Portugal, Holanda, França, Itália e Alemanha.
Tem esculturas de grande escala em espaços públicos de São Paulo, Brasil. Como autora e ilustradora publicou livros nas principais editoras brasileiras e tem traduções noutros países como Coreia, França e Espanha. Em Portugal o seu primeiro título como ilustradora foi publicado em 2017, “Aqui há gato”, pela editora Orfeu Negro.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

"A Volta a Portugal" de Álvaro Domingues vem a Évora.

"A Volta a Portugal" de ´Álvaro Domingues vem a Évora |
8 de Maio | Colégio Luís Verney - Auditório 3 | 18h
Entrada Livre

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Mudamos de rua, para seguir o mesmo caminho.

O caminho de uma livraria surpreendente
 onde cada título é seleccionado
 com enorme prazer e dedicação.
Seja ficção, poesia, ensaio, história,
temas do Alentejo, literatura infantil…
 e nunca desistindo de tentar seduzir
 os exigentes adolescentes.
 

 Vire mais uma página com a Fonte de Letras.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Operação Livrar
Oferta de 15% de desconto em livros,
livra-nos de levar tanto peso
para as novas instalações.

Livre-se de não aproveitar

terça-feira, 21 de novembro de 2017

UMA GRANDE FNAC VAI ABRIR NA CIDADE!

Dentro de um dia a grande loja de livros, discos, etc, vai abrir no primeiro grande centro comercial da região. Falam-nos em 1500m2 de área, e ninguém fica indiferente. Évora irá mudar? o comércio do centro histórico vai mudar? Alguns meses chegarão para ver!


Quando nos vemos nos olhos dos outros.

O artista de outro país andou pela cidade, sentava-se num banquinho e desenhava e pintava. Ontem passou e deixou-nos a sua impressão.



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Luís Carmelo faz leituras da sua ‘Trilogia do Sísifo’ na Livraria Fonte das Letras

No dia 21 de Setembro, pelas 18 horas, na Livraria Fonte das Letras, em Évora, Luís Carmelo faz leituras de excertos dos três romances que compõem a ‘Trilogia do Sísifo’, com chancela Abysmo – ‘Gnaisse’, 2015; ‘Por Mão Própria’, 2016 e ‘Sísifo’, 2017.

Segundo o autor, Gnaisse é um romance sobre a paixão, Por Mão Própria sobre a perda e Sísifo sobre a relação entre a realização e a possibilidade: “O que há de comum nestes três livros é a voz que conta aquilo que se passa e que é, ao mesmo tempo, a voz que irradia dos personagens. Sísifo é o único dos três que tem um ponto de partida literário, já que é inspirado no texto que Petrarca escreveu após subir a pé o Monte Ventoso, no qual faz um balanço da própria vida e demonstra um pensamento tanto moderno quanto medieval.

domingo, 3 de setembro de 2017

O PROGRESSO

Bom era, quando pelo menos uma vez por ano, todos passavam pela enorme tenda cheias de livros. Podiam ler os títulos, ver as capas, os grafismos, as imagens. Questionar-se com o que viam - pela estranheza, pela novidade, pela diferença, pelo que fosse... E voltar a sair da tenda para a festa dos carrosséis, do artesanato, das cebolas vermelhas, dos queijos, do frango assado.
Mas este ano, tal como aconteceu no ano passado, a feira do   livro da grande feira anual da terra deixou de estar no caminho de todos. Está lá atrás, entre um mar de carros "para venda" (numa terra rural em que já não há tractores à venda na feira). São pedras no caminho, e assim o caminho será cada vez mais difícil de fazer.





quarta-feira, 12 de julho de 2017

Os livros não mentem!

                               Às vezes, a Helena precisa de estar só.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Apresentação do livro "Encontros que a memória guarda", de Alfredo Duarte Costa, dia 6 de Julho, quinta-feira, 18h. A apresentação será feita por João Andrade Santos, com a presença do autor. Na Fonte de Letras.

"Tive a oportunidade ao longo da vida de conhecer muitos diplomatas portugueses. Com raras exceções, não guardei dos contatos mantidos com os embaixadores boas recordações. Não apreciei o estilo mundano, a incultura, a frivolidade, o desconhecimento da História da grande maioria. Alfredo Duarte Costa é uma das poucas exceções. … Socialista de esquerda, é um homem de carácter, intelectualmente íntegro, condição que lhe permite compreender, admirar, e construir fortes relações de entendimento e amizade com homens e mulheres cujas trajectórias pessoais e opções políticas e ideológicas são divergentes das suas. O livro agora publicado é disso testemunho." (Miguel Urbano Rodrigues, 27.04.2017, in O Diario.info)

Feriado Municipal (ontem).

"Memory store. Like bookshops used to be... before the chains" Sentou-se na mesa do manjerico, junto à janela, tomou um café e uma broa de bolota, escolheu um livro infantil pelas ilustrações e a bonita edição. E partiu, a descobrir a cidade agora que a temperatura da atmosfera já o permite.

segunda-feira, 12 de junho de 2017





O DIA MAIS QUENTE DO ANO
NA LIVRARIA FONTE DE LETRAS
QUANDO PORTUGAL ARDEU
17 de junho (sábado), 18H .

 


17 de junho || Apresentação do livro Quando Portugal ardeu

 

Sábado, 17 de Junho, o dia mais quente do ano na Fonte de Letras,
com a apresentação do livro Quando Portugal ardeu, pelo autor,
Miguel Carvalho.

Histórias e testemunhos inéditos sobre a rede bombista de
extrema-direita responsável por centenas de atentados
no pós 25 de Abril, revelados na investigação do jornalista da Visão,
Miguel Carvalho.

Uma iniciativa conjunta Fonte de Letras e Colecção B.

https://www.facebook.com/177394029007566/photos/
gm.1891780967776354/1362558250491132/?type=3&theater



Um livro quente, um livro de leitura obrigatória

https://www.youtube.com/watch?v=lxH0s6zT34s


E à laia de quadra popular para celebrar os santos:

Muita carne de terceira
com molho tudo se engole.
Pergunta à alternadeira
se a moral não anda mole.


(Lengalonga, de Regina Guimarães)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Apresentação do livro "Papa Francisco, a revolução imparável" dia 18 de Maio, 18h, pelo padre jesuíta Alberto Brito e a professora emérita da UE Fernanda Henriques, no auditório do Fórum Eugénio de Almeida, em Évora. Com a presença dos autores.
Depois da "lição" do PR Marcelo Rebelo de Sousa, que apresentou o livro em Lisboa, segue-se a apresentação em Évora.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

APRESENTAÇÃO DA REVISTA FLAUTA DE LUZ POR JÚLIO HENRIQUES, SEU EDITOR E JOELLE GHAZARIAN, REDACTORA.

28 abril (sexta-feira) | 18H | FONTE DE LETRAS


 

 
Num novo formato e com mais páginas, o recém-publicado nº 4 desta revista apresenta-se sob o signo da crítica da cultura. Em blocos temáticos, várias questões centrais: ecologismo e «capitalismo verde»; novas formulações ambientalistas decorrentes desta contradição mortal; aspectos da importância política das culturas vernaculares; crise terminal do modo de produção capitalista; dimensão tentacular da tecnociência como aprofundamento e interiorização das relações sociais capitalistas.
Uma parte dedicada à história portuguesa aborda o papel da música como tortura durante o fascismo, a presença da mitologia colonial na «identidade lusíada» e o teatro de temática operária. De sublinhar, duas extensas contribuições: do cineasta britânico Peter Watkins sobre a crise dos média audiovisuais e do ensaísta sérvio Ljubodrag Simonovic sobre o desporto como religião do capitalismo. E ainda uma primeira longa abordagem ao cinema de José Vieira, e a presença do surrealismo em Portugal na sua relação com o pensamento libertário. Profusamente ilustrado, este número contém também participações de arte visual, poesia e ficção literária.