sexta-feira, 22 de abril de 2016

25 de Abril na montra da FL. Sempre!





ACABOU O TEMPO DA REVOLUÇÃO DOS POETAS. NÃO ME DIGAM QUE VAMOS CONSTRUIR UMA REPÚBLICA DE MEDÍOCRES – SEM O TAMANHO GRANDIOSO QUE DEVERIA TER. MERDA!


 (JOSÉ GOMES FERREIRA, POETA  MILITANTE III)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Harmonia na Cidade




Exposição itinerante dos 167 anos da Sociedade Harmonia Eborense. Vários espaços da cidade de Évora mostram objectos do espólio da SHE.
A Fonte de Letras escolheu como tema "O Jogo". É a Harmonia na livraria ou o jogo é uma ilusão...

segunda-feira, 28 de março de 2016

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Para Sempre Vergílio Ferreira.

A Fonte de Letras no Congresso Vergílio Ferreira 2016 na Universidade de Évora com merchandising próprio. Quem se lembra dos cubos de acrílico com fotografias dos fabulosos anos 80?


Évora e os Livros, hoje às 21.30h no Ciclo de Conversas de S. Vicente.

A Fonte de Letras é um dos convidados de Évora e os Livros, no Ciclo de Conversas de S. Vicente. Um convite de Marcial Rodrigues que escolheu o tema e convidou ainda os grandes senhores João Ruas e Manuel Branco.

Vozes da Cidade - Ciclo de Conversas
#1 - Évora e os livros

Marcial Rodrigues convida, para uma conversa sobre a cidade e os livros, João Ruas, Manuel Branco, Helena Girão Santos. E convida-o a si. Dia 24 de fevereiro, às 21:30.

Évora é cidade de muitas e variadas vidas, que aqui foram tecendo partes significativas da nossa História, entre o quotidiano quase sem memória das andanças de cada um. Entre elas, um lugar proeminente é ocupado pelos livros: nesta cidade, desde há muito que se escrevem, imprimem, vendem, estudam e guardam livros, alguns dos quais são verdadeiras preciosidades da cultura universal. No entanto, pouco se fala desta realidade e não parece que ela seja considerada como um dos alicerces da sociedade que somos. Motivos e ocasião para falarmos sobre Évora e os livros!

NOTAS BIOGRÁFICAS
Marcial Rodrigues
Professor de Filosofia e professor bibliotecário aposentado; Vice-Presidente do Grupo Pro-Évora; fundador e director do jornal O Giraldo; publicações em revistas e livros, entre os quais Pela Biblioteca Pública de Évora – defesa de uma instituição cultural, Grupo Pro-Évora, 2001 (co-autor).

João Ruas
Licenciado em Filosofia; especialização em Ciências Documentais; ex-director da Biblioteca e Arquivo da Fundação da Casa de Bragança (Palácio Ducal de Vila Viçosa); publicações em revistas e livros, entre os quais Tesouros da Biblioteca Pública de Évora, Edições INAPA, 2005 (coordenador e co-autor.

Manuel Branco
Mestre em História da Arte; ex-Vereador da Cultura e membro da Comissão Municipal de Arte, Arqueologia e Defesa do Património da Câmara Municipal de Évora; director de A Cidade de Évora (1994-2001); autor de estudos de História e História da Arte relativos a diversos assuntos e localidades, entre as quais Évora, com publicação em revistas e livros.

Helena Girão Santos
Licenciada em Psicologia; livreira, proprietária da livraria Fonte de Letras (Montemor-o-Novo e Évora) desde 2000; trabalhou como redactora publicitária durante uma década; foi colaboradora, como redactora, de algumas publicações periódicas (revista Grande Reportagem, suplemento DNA, revista Notícias Magazine, entre outras).

*

Iniciamos dia 24 de fevereiro um novo ciclo mensal, desta vez dedicado a conversas sobre temas e questões da cidade, envolvendo gentes da cidade. Em cada sessão um anfitrião e os seus convidados estabelece o tema da conversa e lança desafios. E a conversa alarga-se ao público, num encontro que se quer literal entre vozes da cidade. Para a primeira sessão, Marcial Rodrigues convida. Convida-vos. É dia 24, às 21h 30, na ISV.

Vergílio Ferreira em congresso de centenário do nascimento, Universidade de Évora, 29 de Fevereiro a 2 de Março.

Para Sempre, uma excelente oportunidade para ler ou reler.
A Fonte de letras lá estará, com livros de Vergílio Ferreira e dos oradores do Congresso.
Salientamos a presença de Almeida Faria, Eduardo Lourenço e Lídia Jorge, com os seus testemunhos sobre o escritor, no dia de encerramento do Congresso.


Durante o Congresso será ainda entregue o Prémio Vergílio Ferreira 2016, atribuída ao escritor João de Melo.

Consulte o Programa
http://www.vergilio2016.uevora.pt/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

16 FEV
“Nós” e “Os outros”: a Cultura na crise dos refugiados
Terça, das 18h30 às 20h
Évora, Lisboa, Porto, Tavira
Entrada livre

A crise dos refugiados está muito presente hoje na Europa, mas também nos restantes continentes. Tornou-se óbvio que a União Europeia tem dificuldades em criar consenso em relação à forma de gerir esta situação e em estruturar um plano de acção. Ao mesmo tempo, as medidas recentemente tomadas por alguns governos indicam um endurecimento das posições, que em alguns casos vem reforçar os estereótipos em relação ao “Outro” e à ameaça que ele representa para a sociedade e a cultura europeia.
Qual é o papel das instituições culturais neste contexto? A crise dos refugiados, os seus contornos, as questões que levanta para a sociedade são assuntos que dizem respeito ao sector cultural ou estão fora do seu âmbito de acção e das suas prioridades? Ao decidir envolver-se, de que forma uma instituição cultural poderá ou deverá proceder? Que cuidados deverá ter? Que objectivos?
ÉVORA, LIVRARIA FONTE DE LETRAS
Hortênsia Menino,
 CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central; Hugo Sovelas, Propositário Azul; Zélia Parreira, Biblioteca Pública de Évora; Teresa Crespo, Museóloga (moderadora); outros convidados a confirmar
LISBOA, CASA FERNANDO PESSOA
Cristina Santinho
, Investigadora CRIA/ISCTE-IUL; Isabel Galvão, Conselho Português para os Refugiados; Joana Sousa Monteiro, Museu de Lisboa; Sofia Cabrita, RefugiActo; Ana Carvalho, Museóloga (moderadora)
PORTO, MUSEU NACIONAL SOARES DOS REIS
Ângelo Merayo
, Conselho Português para os Refugiados; Jorge Oliveira, Espaço T- Associação para Apoio à Integração Social e Comunitária; Luís Monteiro, Mestrando em Museologia, Deputado na Assembleia da República; Maria João Vasconcelos, Museu Nacional de Soares dos Reis; Joana Macedo, Professora e coordenadora de projectos de mediação e programação cultural (moderadora)
TAVIRA, CASA DAS ARTES
Ana Borges
, Coreógrafa, Corpodehoje; João Ventura, Teatro Municipal de Portimão; Paula Ferreira, Biblioteca Municipal de Tavira; Tela Leão, Programadora Cultural (moderadora)

Fonte de Letras, uma livraria de muito alimento!


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Ricardo Costa levou a Fonte de Letras ao Expresso.

Ricardo Costa levou a Fonte de Letras ao Expresso com os Seres Imaginários de Jorge Luís Borges. Temos mais exemplares para serem lidos por quem se senta no Parlamento, como sugere o jornalista!
"Li este magnífico livro, uma coleção inimitável de seres recolhidos nas infindáveis leituras de Borges, há uns vinte anos numa edição espanhola a que perdi o rasto. Encontrei-o agora numa belíssima edição portuguesa da Quetzal, numa passagem pela Livraria Fonte das Letras, que ganhou merecida fama em Montemor-o-Novo e que, entretanto, se mudou para uma das mais movimentadas ruas de Évora.
Borges é um prodígio de cultura e de síntese, de erudição e simplicidade, conta numa página o que outros fazem em dez, poupa no adjetivo e esbanja na fantasia. É inimitável e este livro só podia ter saído da sua cabeça. É uma delícia sobre a imaginação humana, sobre os seres imaginários que o homem foi inventando ao longo da história para preencher os seus sonhos, medos, temores, ambições e inesgotável imaginação."
http://expresso.sapo.pt/newsletters/expressomatinal/2016-01-13-O-adeus-de-Obama-os-estilhacos-do-terrorismo-e-o-petroleo-em-queda

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Apresentação de Flauta de Luz pelo seu editor Júlio Henriques, dia 14 de Novembro às 17H.

O fio condutor do nº3 deste Boletim, editado em Portalegre e com colaboração internacional, é o relacionamento crítico entre a tecnologia como configuração totalitária do capitalismo e a obstinada presença das culturas ditas arcaicas de base comunizante.
Este número procede a abordagens dos progressos do capitalismo em vários âmbitos:
– sócio-histórico (movimento social revolucionário de 1974-75 e consequências da sua derrota, evolução do trabalho como expressão de conformismo, sintoma de patologia e indicador de revolta), o desporto como forma lúdica da alienação;
– antropológico (a anarquia e o sagrado, negação do genocídio nos Estados Unidos, cosmogonia índia),
– ecologia radical (filosofia ambiental, direitos da natureza).
Inclui ainda uma antologia de poesia ameríndia e outros poemas, textos sobre cinema e sobre livros, e um inédito de Albert Cossery.

OPERÇÃO CHERUB PÕE LITERATURA JUVENIL EM MISSÃO.




Porque é que os adolescentes "que não lêem nada" devoram a colecçāo de livros CHERUB? Porque é que os livros CHERUB são "escondidos" nalgumas bibliotecas escolares? Devemos oferecer títulos como O Traficante, O Gangue, A Seita, ..., aos nossos filhos?
Foram estas algumas das perguntas que foram levantadas no encontro sobre literatura infantil no passado sábado na Fonte de Letras.
Adolescentes, pais, psicólogos e amigos tiveram uma missão de sucesso.
A grande conclusão é que a missão adolescente é para continuar na Fonte de letras!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015


OPERAÇÃO CHERUB NA FONTE DE LETRAS
dia 31 de outubro (sábado), 16H .

 

 

Pretendemos RECRUTAR uma SEITA para uma conversa que nos leve a perceber porque lêem os CÃES DANADOS os livros da Coleção Cherub.
O GOLPE é convidar todos para um TSUNAMI sobre literatura juvenil,
que muitas vezes mais parece O SONÂMBULO.
OLHO POR OLHO, a conversa será entre leitores da saga, GANGUES de pais, professores, amigos, psicólogo e TRAFICANTES das mais variadas áreas.
Não garantimos SEGURANÇA MÁXIMA, mas esperamos A QUEDA de alguns preconceitos. (O GENERAL não está convidado!)

 

Agentes especiais convidados: Marta Welling, 13 anos, Tiago Correia, 13 anos, Inês Guilherme, 15 anos, João Ferreira, 13 anos, Conceição Tavares de Almeida, psicóloga, José Alberto Ferreira, pai.


Com o apoio:



 










quarta-feira, 23 de setembro de 2015

À &etc e ao Vitor Silva Tavares, a homenagem da Fonte de Letras.


Morreu Vitor Silva Tavares, o editor da &etc.


http://www.publico.pt/n1708485

Vitor Silva Tavares, 78 anos, morreu nesta segunda-feira de manhã no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde tinha sido internado uma semana antes devido a uma infecção cardíaca. A família pretende fazer uma cerimónia privada e prefere não divulgar publicamente informações sobre a mesma.
Os livros ficam, o editor desaparece. Era fácil ficar horas a ouvir Vitor Silva Tavares porque já ninguém fala como ele, um português de língua afiada e refinada, elegante e pé-descalço (ele diria: “do melhor Gil Vicente”), algo que partilhava com o amigo João César Monteiro, tanto quanto a magreza e o espírito libertário. Em 2014, quando o PÚBLICO falou com ele a propósito da edição da obra escrita de César Monteiro, Vitor Silva Tavares confessou que a morte do cineasta, em 2003, deixara um vazio que não tinha sido preenchido. Silva Tavares referia-se a um vazio pessoal, naturalmente, mas também estava implícito um vazio colectivo. O mesmo acontece agora, com a morte de Silva Tavares, um dos mais originais e radicais editores portugueses. É toda uma geração, de resistência cultural e política, que tem os dias contados.
“Perdemos o último dos resistentes, o pai de gerações e gerações de poetas. Há muita gente que lhe vai sentir a falta. Mesmo muita”, diz Paulo da Costa Domingos, poeta e editor da Frenesi, que se cruzou com Vitor Silva Tavares no início da década de 1970, quando o editor o publicou pela primeira vez, ainda na revista &etc que viria a converter-se na lendária editora com o mesmo nome.

sábado, 12 de setembro de 2015

Clientes diferentes, o sucesso do costume. Feira do Livro da Feira da Luz, Montemor-o-Novo

Qual é o segredo? De onde vem esta gente? Livros porquê?
As perguntas continuam mas continuam sem resposta! A feira do livro da Feira da Luz de Montemor continua a ser o sucesso do costume.
Há pessoas que esperam um ano para comprar o volume que saiu a seguir ao que compraram na feira do ano passado. Há pessoas  que trazem a lista escrita dos livros que procuram. Há quem entre só porque são livros. Há quem não entre só porque são livros! As crianças portam-se pior do que nunca. Os pais pior ainda! Onde é que vamos chegar? Ninguém lê. Os livros continuam a vender.
O que é que se vende?! De tudo um pouco, A Fórmula de Deus, Ética e Cidadania, Anna Karénina, Quando a Desigualdade Põe em Risco o Futuro, Dicionário Sentimental do Futebol, A Primeira Guerra Mundial, Jóquei, Levante-se o Réu, O Luto de Elias Gro, O Meu Livrinho do Benfica, 1984,  Genealogias da Cultura, A Arte da Guerra,  Uma Horta Para Ser Feliz, Queres Casar Comigo Todos os Dias,  Frozens, Violettas...
São 5 dias de feira do livro na enorme tenda de casamentos no meio da Feira da Luz, ao lado de barraquinhas com colares de cortiça, pérolas e "filigrama" (como perguntava alguém), da caipirinha do tião brazuca, dos animais para adopção, do torrão de alicante, dos cãezinhos de peluche que andam e sabres de luz que falam. Dos carrosséis, do gado, da brincafeira (outro enorme sucesso da feira, organizado pela grande instituição local Oficina da Criança). Concertos de fado, espectáculos de folclore e, este ano, enormíssimo concerto dos GNR com a banda filarmónica de uma associação recreativa da terra (um grande presente oferecido por Montemor a quem esteve na Feira da Luz nesse dia!)
Há quem pinte a casa por causa da feira. Todos marcam um jantar de amigos na feira. Boa feira! Desejam-se uns aos outros.
Esta é a grande festa de Montemor!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O DEBATE DOS DEBATES NA FONTE DE LETRAS: Apresentação do livro "O Que Fazer Com Este País", de Ricardo Paes Mamede, dia 17 de Setembro, 18H.

A livraria Fonte de Letras continua a participar activamente na discussão e construção de Portugal e não pode deixar este momento sem promover o debate.

Apresentação do livro "Que Fazer Com Este País", de Ricardo Paes Mamede, dia 17 de Setembro, 5ª feira, na Fonte de Letras.

O Que Fazer Com Este País pretende descortinar as origens dos problemas que hoje enfrentamos e reflectir sobre o futuro de Portugal à luz dos desafios actuais.
O livro parte de uma questão incontornável: quem são os responsáveis pelo estado a que chegámos? Menos do que ajustar contas com o passado, procura desconstruir vários mitos que dominam o discurso público sobre este tema, em particular a ideia de que os portugueses «viveram acima das suas possibilidades». Só com uma compreensão menos superficial dos factores que conduziram à crise portuguesa estaremos aptos a tomar decisões acertadas sobre o que há-de vir.
A segunda parte do livro é dedicada à discussão sobre o futuro e o que podemos fazer para o influenciar. Analisam-se, em particular, os desafios da retoma económica e da criação de emprego, da mudança de perfil de especialização produtiva, do combate à pobreza e às desigualdades crónicas, bem como do enquadramento de Portugal na União Económica e Monetária europeia.

 

 

O debate já começou na montra da Fonte de Letras. 

Elas (as livreiras) são subversivas. Pensamos que estão apenas sentados nas secretárias, muito tranquilas e tal. Estão mas é a tramar a revolução, pá. Eu cá não me meteria com elas.
Michael Moore